A criação de site para empresas é um projeto que envolve mais do que design e programação: passa por levantamento com várias áreas, decisões de plataforma, integração com os sistemas que a companhia já usa, aprovação formal, migração do que existe e definição de quem cuida do site depois da entrega. A DreamMark conduz projetos nesse formato para empresas de diferentes portes e nichos. O que separa um projeto corporativo de um site comum não é o tamanho, é a quantidade de pessoas e sistemas que precisam concordar para que ele exista e continue funcionando.
O que muda em um projeto de site corporativo
Em uma empresa estruturada, o site deixa de ser um material de marketing e passa a ser um sistema conectado à operação. Ele recebe contatos que vão para o comercial, publica vagas que alimentam o RH, expõe informações revisadas pelo jurídico e frequentemente conversa com o sistema de gestão da companhia.
Isso muda a natureza do risco. Um site pessoal que fica fora do ar por algumas horas gera constrangimento; um site corporativo fora do ar interrompe entrada de contatos, candidaturas e, em algumas operações, pedidos. Continuidade passa a ser requisito, não detalhe.
Também muda o custo de errar na estrutura. Refazer a arquitetura de um site com centenas de páginas, integrações ativas e histórico de busca envolve migração, redirecionamento e coordenação entre áreas. É por isso que as decisões iniciais recebem mais atenção do que a escolha visual.
Quem participa do projeto e quem decide
Projetos corporativos atrasam mais por falta de definição de papéis do que por dificuldade técnica. Antes do início, precisa estar claro quem participa, quem opina e quem aprova.
- Marketing e comunicação: conduzem conteúdo, marca e posicionamento;
- Comercial: informa como o cliente decide, que objeções aparecem e o que o site precisa responder;
- Tecnologia: avalia integrações, segurança, hospedagem e acessos;
- RH: define a área de carreiras e o fluxo de candidaturas;
- Jurídico: revisa políticas, tratamento de dados e alegações públicas;
- Diretoria: aprova o escopo e arbitra quando as áreas divergem.
Uma única pessoa precisa responder pelo projeto do lado da empresa, com autonomia para consolidar retornos e decidir dentro do escopo. Sem essa figura, o fornecedor recebe pedidos contraditórios de áreas diferentes e o cronograma se dissolve.
O que a empresa precisa levar para o início
Um levantamento bem feito antecipa a maior parte dos problemas. O material abaixo costuma existir dentro da empresa, disperso entre áreas.
- Objetivo do projeto em uma frase, e o que muda se ele der certo;
- Lista dos sistemas que precisam conversar com o site;
- Acessos atuais: domínio, hospedagem, gerenciador de conteúdo, ferramentas de análise;
- Materiais de marca, fotos disponíveis e textos usados pelo comercial;
- Dúvidas que o atendimento responde toda semana;
- Restrições conhecidas: exigências do jurídico, políticas internas de segurança, prazos comerciais;
- Quem aprova o quê, e em qual prazo.
O item dos acessos merece verificação antecipada. Descobrir na semana do lançamento que ninguém sabe onde o domínio está registrado é uma situação comum e evitável.
Sua empresa sabe onde estão os acessos do site atual?
Domínio, hospedagem e ferramentas costumam estar espalhados entre pessoas e fornecedores antigos. A DreamMark levanta isso antes de começar qualquer projeto.