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Consultoria de Power BI

Consultoria de Power BI é o serviço de diagnóstico e orientação técnica para empresas que já usam a plataforma e não estão obtendo dela o que esperavam. A...

Consultoria de Power BI é o serviço de diagnóstico e orientação técnica para empresas que já usam a plataforma e não estão obtendo dela o que esperavam. A DreamMark atua nesse formato quando o painel existe mas demora para abrir, quando os números divergem do sistema de origem, quando ninguém sabe explicar como uma medida foi calculada ou quando a pessoa que construiu o modelo deixou a empresa. O trabalho é de investigação e capacitação: encontrar a causa do problema e deixar o time interno capaz de seguir sem depender de terceiro para cada ajuste.

Quando uma consultoria de Power BI faz sentido

A consultoria entra quando a ferramenta já está implantada e o retorno não apareceu. Os cenários que mais motivam a busca por esse serviço:

  • o relatório leva minutos para abrir e os filtros travam a cada interação;
  • o valor apresentado no painel não bate com o que o ERP mostra, e ninguém consegue explicar a diferença;
  • a atualização automática falha com frequência e alguém precisa rodar na mão;
  • o modelo foi construído por um profissional que saiu, sem documentação;
  • cada nova solicitação de indicador vira um projeto, porque a estrutura não comporta mudança;
  • existem quinze relatórios publicados e a diretoria não consulta nenhum;
  • o time interno usa a ferramenta como planilha grande, sem modelo, e bateu no limite disso.

Há um sinal que costuma passar despercebido e é o mais grave da lista: o painel funciona, é bonito, e mesmo assim as decisões continuam sendo tomadas fora dele. Quando isso acontece, o problema quase nunca é técnico. É que o painel responde a perguntas que ninguém estava fazendo.

O que a consultoria avalia

O diagnóstico percorre as camadas do que já foi construído, da origem do dado até a forma como o painel é usado. As frentes analisadas:

  • conexões e cargas: como cada origem é lida, com que frequência, o que falha e por quê;
  • transformação: o que está sendo tratado no Power Query, o que deveria estar sendo tratado na origem e o que é retrabalho;
  • modelo de dados: relações entre tabelas, granularidade, separação entre fatos e dimensões, colunas carregadas sem uso;
  • medidas e cálculos: a regra de negócio embutida em cada indicador e se ela corresponde ao que a empresa entende por aquele nome;
  • performance: o que consome tempo de processamento e o que pode ser resolvido antes de chegar ao relatório;
  • visualização: quantidade de elementos por página, hierarquia da informação, clareza do que a tela pede que seja lido primeiro;
  • governança: quem tem acesso a quê, como as áreas de trabalho estão organizadas, quem responde por cada relatório;
  • uso real: quem abre, com que frequência e o que essas pessoas fazem com a informação depois.

Os problemas que mais aparecem no diagnóstico

Alguns padrões se repetem em projetos de Power BI construídos sem orientação, e conhecê-los ajuda a entender o que a consultoria procura.

Modelo em tabela única. Todos os dados são jogados em uma tabela larga, replicando informação de cliente e produto em cada linha de venda. Funciona com pouco volume, e a partir de certo tamanho o arquivo fica pesado e lento sem motivo aparente.

Ausência de tabela de calendário. Sem uma dimensão de data própria, comparações entre períodos ficam trabalhosas e as funções de inteligência temporal se comportam de forma inconsistente.

Cálculo feito em coluna quando deveria ser medida. Colunas calculadas ocupam memória e são resolvidas na carga; medidas são calculadas conforme o contexto da tela. Trocar uma pela outra é uma das causas mais comuns de lentidão.

Regra de negócio não documentada. A medida de margem existe, funciona, e ninguém sabe se ela desconta comissão. Quando a diretoria questiona o número, não há como responder sem abrir o arquivo e ler a fórmula.

Tratamento pesado dentro do Power Query. Limpeza que poderia ser feita na origem, ou em uma consulta ao banco, é feita a cada atualização dentro da ferramenta, multiplicando o tempo de carga.

Página de relatório sobrecarregada. Vinte elementos visuais na mesma tela, cada um disparando a própria consulta. A percepção de lentidão vem daí com frequência, e não do tamanho da base.

Sinais que o próprio arquivo entrega

Antes de qualquer análise mais profunda, três verificações rápidas já indicam o estado do modelo. O tamanho do arquivo comparado ao volume real de linhas mostra se há colunas desnecessárias carregadas. A quantidade de tabelas sem relação com nenhuma outra revela dados importados e esquecidos. E a presença de colunas de texto com valores únicos por linha, como descrição livre ou identificador de documento, aponta o principal responsável pelo consumo de memória.

Essas verificações levam minutos e costumam explicar boa parte do comportamento que a empresa vinha atribuindo a limitação da ferramenta. É comum encontrar modelos que carregam a tabela inteira de movimentação fiscal de cinco anos para responder a uma pergunta que precisa de doze meses.

O passo seguinte é olhar o que a empresa consulta de fato. Quando o relatório oferece cinco anos de histórico e todo mundo filtra o mês corrente, a discussão deixa de ser técnica e passa a ser de escopo: reduzir o período carregado resolve o problema sem tocar em uma linha de cálculo.

Traga o painel que não está funcionando

Descreva para a DreamMark o comportamento que incomoda no seu Power BI atual e avalie se um diagnóstico técnico resolveria.

Como o diagnóstico é conduzido

A DreamMark conduz a consultoria em etapas curtas, com entrega de leitura antes de qualquer alteração no que está publicado. O caminho:

  1. Conversa com quem usa: entender o que a empresa espera do painel e o que ela faz hoje quando precisa de um número que ele não dá;
  2. Leitura do que existe: análise do modelo, das medidas, das cargas e da organização das áreas de trabalho;
  3. Conferência contra a origem: comparação dos números do painel com o sistema de onde eles saíram, para localizar a divergência;
  4. Relatório de achados: lista dos problemas encontrados, cada um com causa, efeito e esforço estimado de correção;
  5. Priorização junto com o time: o que corrigir primeiro, considerando impacto e capacidade interna;
  6. Orientação da execução: acompanhamento do time enquanto ele aplica as correções, com revisão do que for feito;
  7. Capacitação: transferência do raciocínio, não só do procedimento, para que a próxima decisão de modelagem seja tomada internamente.

A diferença entre esta consultoria e um serviço de execução está no passo 6. A DreamMark orienta e revisa; quem aplica é o time da empresa. Quando o cliente prefere que a execução seja terceirizada, o formato adequado é o de implantação, tratado em outra página.

Capacitação do time interno

A capacitação é a parte da consultoria que evita a repetição do problema, e ela funciona melhor quando é feita sobre o modelo real da empresa, não sobre um exemplo genérico. O time aprende com os dados que conhece e com as perguntas que já ouviu da diretoria.

Os temas variam conforme a maturidade da equipe. Grupos que já constroem relatórios costumam precisar de contexto de filtro em DAX, modelagem em estrela e boas práticas de performance. Grupos mais iniciantes se beneficiam mais de organização de dados, tratamento no Power Query e escolha de visual adequado.

A capacitação inclui também o que não é técnico: como nomear indicadores, onde registrar a definição de cada um e como responder quando uma área pede uma métrica nova. Boa parte do caos em ambientes de BI vem da ausência dessas convenções, e não de falta de conhecimento da ferramenta.

Revisão de indicadores e do que o painel deveria responder

A revisão de indicadores questiona se as métricas publicadas são as que sustentam decisão. É comum encontrar painéis que exibem o que era fácil de extrair, e não o que era importante de saber, porque a construção começou pela ferramenta e não pela pergunta.

Nessa etapa a DreamMark conversa com as áreas que consomem a informação e confronta a lista de indicadores existentes com a lista de decisões reais. Métrica que ninguém usa sai da tela principal. Pergunta recorrente que não tem resposta no painel entra na fila de construção.

Existe um efeito colateral útil aí. Ao listar as decisões, a empresa frequentemente descobre que precisa de um dado que nenhum sistema registra hoje, e o encaminhamento passa a ser de processo ou de integração, não de relatório.

Performance: por que o relatório está lento

Lentidão em Power BI raramente tem uma causa única, e quase nunca é o volume de dados sozinho. A investigação de performance costuma percorrer quatro suspeitos, nesta ordem de frequência.

O primeiro é o modelo. Tabela larga, relações mal definidas e colunas de texto com alta cardinalidade inflam o arquivo e tornam cada consulta mais cara. O segundo são as medidas, sobretudo cálculos que iteram linha a linha quando poderiam ser resolvidos de forma agregada.

O terceiro é a página do relatório, com elementos visuais demais disparando consultas simultâneas. O quarto é a origem, quando a consulta enviada ao banco traz mais dado do que o necessário ou impede que o processamento aconteça do lado do servidor.

Encontrar qual dos quatro pesa mais em um caso específico é o trabalho, e é o que separa uma correção que resolve de uma sequência de tentativas.

Avalie se o problema é de modelo, de medida ou de escopo

Apresente o contexto da sua estrutura de BI para a DreamMark e entenda por onde começar a correção.

Documentação e continuidade

A documentação é o que impede que o conhecimento saia da empresa junto com a pessoa que construiu o modelo. Esse risco é concreto: em muitas companhias, toda a estrutura de BI depende de um único profissional que nunca escreveu o que fez.

O que a DreamMark registra ao final da consultoria inclui o dicionário de indicadores, com nome, fórmula em linguagem de negócio e responsável; o mapa das origens e da frequência de atualização; as convenções de nomenclatura adotadas; e as decisões de modelagem com o motivo de cada uma.

Documentação de BI envelhece rápido quando é tratada como entrega final. Funciona melhor como parte da rotina, com atualização sempre que um indicador novo entra, e a consultoria deixa esse hábito montado.

Como a DreamMark trabalha nesse formato

A DreamMark conduz consultorias com mais de 7 anos de experiência profissional aplicados à análise, ao planejamento e à execução de estratégias digitais, e o formato de consultoria é o mesmo que a empresa já aplica em Google Ads e em SEO: diagnóstico honesto, prioridade explícita e orientação de quem executa.

A postura é de entender o negócio antes da ferramenta. Um painel de indústria com produção sob encomenda não se parece com o de uma distribuidora, e um modelo copiado de um caso para outro produz números que não descrevem a operação. A consultoria começa pela pergunta de negócio.

O atendimento é remoto para todo o Brasil, a partir do Rio Grande do Sul, com reuniões presenciais em Gravataí, Cachoeirinha, Porto Alegre e região metropolitana, Lajeado, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul e no Litoral Norte gaúcho.

O que a consultoria não faz

A consultoria não assume a operação diária do BI. Publicar relatório novo toda semana, atender chamado de usuário e manter o calendário de cargas são atividades de rotina, e o formato adequado para isso é outro.

Ela também não resolve problema que nasce fora do Power BI. Quando o dado chega errado porque o sistema de origem não obriga o preenchimento de um campo, nenhuma modelagem corrige isso de forma definitiva. O encaminhamento nesses casos passa por integração entre sistemas ou por ajuste de processo, e a DreamMark aponta isso no relatório em vez de empurrar uma solução paliativa dentro da ferramenta.

E não promete número. Ganho de performance depende do que for encontrado, e qualquer estimativa dada antes do diagnóstico seria chute apresentado como compromisso.

Organização do ambiente: áreas de trabalho e publicação

A desorganização do ambiente é um problema tão frequente quanto o modelo mal construído, e bem menos discutido. Empresas chegam à consultoria com trinta relatórios publicados, metade deles versões antigas que ninguém apagou, e usuários sem saber qual abrir.

A arrumação começa separando ambientes por finalidade: um lugar onde os relatórios são construídos e testados, outro onde ficam os publicados e confiáveis. Sem essa separação, todo trabalho em andamento fica visível para quem consome, e alguém acaba tomando decisão a partir de um relatório pela metade.

Entra também a organização por público. Áreas de trabalho separadas por diretoria, comercial e operação simplificam a permissão e reduzem a poluição visual de cada grupo. E entra o descarte, que ninguém gosta de fazer: relatório que não é aberto há meses sai do ar, com aviso prévio a quem tinha acesso.

A última peça é a nomenclatura. Um padrão simples, que diga a área, o assunto e a versão, resolve mais confusão do que qualquer recurso técnico da plataforma.

Reuso: quando vários relatórios deveriam compartilhar o mesmo modelo

Empresas com vários relatórios costumam ter o mesmo modelo replicado em cada arquivo, o que multiplica manutenção e cria divergência. Quando a regra de cálculo de margem muda, é preciso alterá-la em seis lugares, e a chance de esquecer um é alta.

A alternativa é publicar um modelo central e fazer os relatórios se conectarem a ele, mantendo a regra em um lugar só. Isso muda a manutenção de forma significativa e exige uma decisão de governança: quem pode alterar o modelo compartilhado, e como uma mudança é comunicada a quem depende dele.

A consultoria avalia se esse desenho compensa no caso concreto. Para uma empresa com dois relatórios, centralizar adiciona cerimônia sem retorno; para uma com quinze, costuma ser a mudança que mais reduz esforço no ano seguinte.

Como avaliar se a consultoria entregou

Consultoria é um serviço difícil de avaliar enquanto acontece, então vale combinar os critérios no início. Os que a DreamMark propõe:

  • o problema que motivou a contratação tem causa identificada e escrita, com o caminho de correção descrito;
  • os números do painel foram conferidos contra a origem, e as divergências encontradas estão explicadas;
  • existe um dicionário de indicadores que qualquer pessoa da empresa consegue ler;
  • o time interno consegue explicar, com as próprias palavras, por que o modelo foi estruturado daquela forma;
  • a lista de correções está priorizada por impacto, e não apresentada como um bloco indivisível;
  • a empresa sabe o que fazer quando a próxima área pedir um indicador novo.

O quarto critério é o que separa consultoria de terceirização disfarçada. Se ao final do trabalho o time continua dependendo de um fornecedor para cada ajuste, a transferência de conhecimento não aconteceu, e o problema vai voltar na próxima mudança do negócio.

Como começar

O primeiro passo é descrever o comportamento que incomoda, com o máximo de concretude possível: qual relatório, qual número diverge, quanto tempo demora, quem reclamou. Sintoma específico encurta o diagnóstico.

A partir daí a DreamMark define o que precisa ser acessado, quais pessoas participam das conversas e qual o recorte da primeira etapa. Empresa com vários relatórios publicados costuma começar por um, o mais crítico, para que o método seja validado antes de ser aplicado ao resto.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

O que faz uma consultoria de Power BI?
Uma consultoria de Power BI diagnostica por que a estrutura já implantada não entrega o esperado e orienta a correção, sem assumir a execução. O trabalho percorre conexões, modelo de dados, medidas, performance, visualização e governança, e termina com um relatório de achados priorizados e a capacitação do time interno. A execução das correções fica com a equipe da empresa, com revisão da DreamMark.
Meu painel do Power BI está muito lento. A consultoria resolve isso?
A consultoria localiza a causa da lentidão, que na maioria dos casos não é o volume de dados. Os suspeitos mais frequentes são o modelo em tabela única, medidas que calculam linha a linha, páginas com elementos visuais demais disparando consultas simultâneas e consultas que trazem mais dado do que o necessário da origem. Encontrar qual deles pesa mais no seu caso é o que evita uma sequência de tentativas sem efeito.
Os números do meu Power BI não batem com o ERP. O que pode ser?
Divergência entre painel e sistema de origem costuma vir de três lugares: a regra de cálculo embutida na medida não é a mesma que a empresa entende por aquele indicador, o filtro aplicado no relatório exclui registros sem que isso esteja visível, ou a carga trouxe um recorte diferente de período. O diagnóstico compara o painel contra a origem registro a registro até isolar onde a diferença nasce.
A pessoa que construiu nosso Power BI saiu da empresa. Vocês conseguem assumir?
Sim, e esse é um dos motivos mais comuns de contratação. O trabalho começa pela leitura do que existe: modelo, medidas, cargas e organização das áreas de trabalho, para reconstruir o entendimento que não foi documentado. Ao final, a DreamMark deixa registrado o dicionário de indicadores, o mapa das origens e as decisões de modelagem, para que a empresa não fique dependente de uma única pessoa outra vez.
Qual a diferença entre consultoria e implantação de Power BI?
A implantação constrói a estrutura do zero, com a DreamMark executando conexões, modelo, indicadores e painéis. A consultoria atende quem já tem Power BI rodando e precisa entender por que ele não funciona como deveria, atuando em diagnóstico, priorização e capacitação, com a execução do lado do cliente. A escolha depende do que já existe e de quem vai manter a estrutura depois.
A consultoria inclui treinamento da nossa equipe?
Inclui, e o treinamento é feito sobre o modelo real da empresa, não sobre um exemplo genérico. Os temas dependem da maturidade do time: equipes que já constroem relatórios costumam precisar de contexto de filtro em DAX, modelagem em estrela e performance, enquanto equipes iniciantes ganham mais com tratamento de dados e escolha de visual. Convenções de nomenclatura e registro de definições também entram.
Precisamos dar acesso aos nossos dados para a consultoria?
O diagnóstico precisa de acesso ao ambiente de Power BI e, dependendo do problema, às origens de dados envolvidas. O nível de acesso é combinado antes do início, e é possível trabalhar com ambiente de homologação ou com base mascarada quando existe restrição interna. Painéis que expõem dado pessoal identificável pedem tratamento compatível com a LGPD, e isso entra na conversa inicial.
Quanto tempo leva um diagnóstico de Power BI?
O prazo depende de quantos relatórios entram no escopo, do tamanho do modelo e de quantas origens estão conectadas. Empresas com vários relatórios publicados costumam começar por um, o mais crítico, para validar o método antes de ampliar. O escopo e o cronograma saem da conversa inicial, depois de entender qual comportamento está incomodando e há quanto tempo.
Nosso painel funciona, mas ninguém usa. Isso é problema técnico?
Quase nunca. Painel que funciona e não é consultado normalmente responde a perguntas que ninguém está fazendo, o que acontece quando a construção começou pela facilidade de extrair um dado e não pela decisão que precisava ser sustentada. A revisão de indicadores confronta a lista de métricas publicadas com a lista de decisões reais das áreas, e costuma reduzir a tela principal em vez de aumentá-la.
Vocês corrigem o painel ou só apontam o que está errado?
O formato de consultoria prevê que a execução fique com o time interno, com orientação e revisão da DreamMark ao longo do processo. Isso existe para que o conhecimento permaneça na empresa. Quando o cliente prefere terceirizar a execução, o caminho adequado é o serviço de implantação, que segue outro formato de trabalho e outra dinâmica de entrega.
A consultoria resolve problema de dado ruim no sistema de origem?
Não de forma definitiva, e é importante dizer isso antes. Se o vendedor não preenche o motivo de perda no CRM, nenhuma modelagem faz esse dado existir. O que o diagnóstico faz é identificar onde o dado nasce incompleto e apontar o encaminhamento correto, que costuma ser ajuste de processo ou integração entre sistemas, em vez de propor um contorno dentro do relatório.